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Sexta-feira, 16 de outubro de 2026 Notícias jurídicas do Maranhão
Correio Jurídico MA

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Corregedoria

CGJ-MA apresenta no Expojud 2026 painel que acompanha 300 unidades judiciais de 1º grau

Central de Análise de Desempenho, Produtividade Extraordinária e painel de indicadores foram expostos em Brasília; em agosto, 89,3% das unidades avaliadas estavam entre os níveis médio e muito alto.

A Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA) apresentou três iniciativas de produtividade e gestão processual na 10ª edição do Expojud 2026, realizada em Brasília. Os projetos integram a estratégia de modernização da Justiça de primeiro grau no estado e reúnem monitoramento de indicadores, apoio às unidades judiciais e uso de dados para orientar decisões administrativas.

Central de Análise de Desempenho

A Central de Análise de Desempenho (CAD), instituída pelo Provimento nº 33/2025, acompanha mensalmente as unidades judiciais de primeiro grau a partir de indicadores como cumprimento de metas, taxa de congestionamento, atendimento à demanda e quantidade de processos sem movimentação há mais de 120 dias. As unidades são classificadas em cinco níveis de desempenho, o que orienta medidas de reconhecimento, acompanhamento e planos de melhoria. O monitoramento é feito em painel no sistema Termojuris.

Segundo os resultados apresentados, em agosto de 2026, 89,3% das 300 unidades avaliadas estavam entre os níveis médio e muito alto de desempenho.

Produtividade Extraordinária e painel

O Projeto Produtividade Extraordinária, instituído pelo Provimento nº 24/2026, é organizado em quatro eixos: Juiz Extraordinário, Analista Extraordinário, Secretaria Extraordinária e Oficial de Justiça Extraordinário, mobilizando magistrados e servidores para reforçar unidades que precisam de apoio. A terceira iniciativa é o Painel de Indicadores da Corregedoria, que atua de forma integrada às demais.

A CGJ-MA foi representada por Vanessa Araújo Camapum, chefe da Divisão de Gestão e Controle de Acervo; Marina Garcia Abreu Melo, chefe da Divisão de Inovação e Projetos; e Daísa Furtado Ferreira, assessora de administração de juiz auxiliar de entrância final. A participação também serviu para compartilhar experiências no uso de informações estratégicas no acompanhamento das Metas Nacionais do CNJ.